https://youtu.be/WYucRn7SH50 A pequenez da perseguição não contava com o prestígio prestígio internacional, desde Paris, Moscou e Buenos Aires. Hoje, a ex-presidenta argentina Cristina Kirchner lançou uma petição internacional para defender Lula e também apoiar a candidatura dele a presidente, em 2018: “Seria o fracasso do golpe e a abertura de um novo ciclo política””, disse.

2 COMENTÁRIOS

  1. A CIA TREINOU SERGIO MORO EM 2009 NO PROJETO PONTE (CIA BRIDGE PROJECT COERCITIVE JUDGE PROCEDURE) JUNTO COM OUTROS JUIZES DO PARAGUAI PARA DEFLAGRAR GOLPES PARLAMENTARES E E JUDICIÁRIOS NO BRASIL E PARAGUAI E HONDURAS
    NO BRASIL E HONDURAS A META DO TRABALHO ESCRAVO. AS MAIORES FÁBRICAS AMERICANAS DE JEANS ESTÃO EM HONDURAS E PASSARAM A USAR TRABALHO ESCRAVO E MÃO DE OBRA INFANTIL CONFIRAM NO YOUTUBE VIDEO ILLUMINATTI. OUTRO ALVO NO BRASIL FOI A CONTINUIDADE DO DESMONTE NACIONAL E A ENTREGA DA MAIOR RESERVA PETROLÍFERA DO PLANETA E A MAIS PRODUTIVA DO MUNDO O PRE-SAL. O SR NELSON ROQCKEFFELER DONO DA EXXON MOBIL 9ANTIGA ESSO) GRAVOU UM VIDEO NO YOUTUBE COM UMA ENTREVISTA: PRESAL VALE 20 TRILHÕES DE DÓLARES E SEIS MILHÕES DE NOVOS POSTOS DE TRABALHO NOS ESTALEIROS DOS EUA E FOI O MAIOR ALVO NO GOLPE JUDICIÁRIO E PARLAMENTAR DE 2016

    SERGIO MORO, O ESCÂNDALO BANESTADO E A BLINDAGEM DAS PROPINAS DAS PRIVATARIAS TUCANAS; UMA HISTÓRIA ABAFADA HÁ MAIS DE 20 ANOS COM A CORRUPÇÃO DOS TUCANOS NO PARANÁ

    SERGIO MORO AGIU DESDE 1997 NA TEIA DE PROTEÇÃO TUCANA NO PARANÁ NO CASO BANESTADO, CASO GARIBALDI, NO CASO LUIZ PAOLICHHI, NO CASO DOS IRMÃOS PALERMO (SOLON PALERMO E CRISTIANO PALERMO PRESOS NA OPERACÃO CURACAO DA POLÍCIA FEDERAL SOLTOS PORB SERGIO MORO, ELE TAMBÉM MANTEVE SOLTOS OS DOLEIROS PRESOS NO PARANÁ EM 1997, 1999 E 2002 NO CASO BANESTADO.

    O SR SERGIO MORO, CARLOS FERNANDES SANTOS LIMA E O SINISTRO “DD” (DELAGONOL DAS BOLOTAS) AGIRAM NA BLINDAGEM DO QUADRILHÃO DE FHC EDUARDO CUNHA AÉCIO CHEIRA NEVES E TEMER (JAGUNÇOS DE FHC NA CÂMARA NO GOVERNO TUCANO) PARA BLINDAR OS 300 POLÍTICOS PROPINADOS PELAS MULTINACIONAIS OBEDIENTES A FHC AO “DESMONTE DO ESTADO NACIONAL” EM CRIMES TUCANOS DAS PRIVATARIAS TUCANAS REMUNERADAS PELAS MULTINACIONAIS NO “ESCÂNDALO BANESTADO” (BANCO DO ESTADO DO PARANÁ) QUE CAPTOU 125 BILHÕES DE DÓLARES (MEIO TRILHÃO DE REAIS) LAVADOS PARA ILHAS CAYMAN, PANAMÁ PAPERS, BAHAMAS E SUÍÇA VIA CONTA TUCANO

    O juiz Sérgio Moro, parente de tucanos donatários do Paraná suplentes dos políticos tucanos Álvaro Dias e Osmar Dias (Osvaldo Malucelli Moro, Joel Malucelli donos do PARANÁ BANCO, Grupo Malucelli, Construtora J Malucelli, Rede Globo do Paraná, sócios de João Saad na BAND NEWS), foi nomeado por um colegiado indicado pelo então governador Jaime Lerner braço direito de FHC no ESCANDALO BANESTADO.

    O JUIZ TUCANO É UM VELHO CONHECIDO DE ALBERTO YOUSSEF, OLGA YOUSSEF OS DOLEIROS DO CASO BANESTADO

    Sergio Moro, Carlos Fernandes Santos Lima e o sinistro “DD” Delagnol foram atores principais na blindagem de crimes NO ESCÂNDALO BANESTADO O PROPINODUTO DAS PRIVATARIAS TUCANAS REMUNERADAS PELAS MULTINACIONAIS NA ERA FHC BENEFICIOU CONTAS SECRETAS 300 POLÍTICOS CORRUPTOS OBEDIENTES A FHC.

    Essas privatizações fraudulentas foram orquestradas pelo vira lata e entreguista corrupto sr FHC quando ainda era ministro das relações exteriores de Itamar Franco FHC foi um dos três políticos lesa pátrias signatários do sinistro “Consenso de Washington” (FHC, Miguel Della Madrid, Salinas e Cavallo assinaram Washington DC em 15/03/1993 esse acordo de entreguismo lesa pátria e transformar o Brasil, Argentina e México nas maiores colônias do império anglo americano e entregar riquezas naturais, empresas nacionais, petróleo e reservas minerais ).

    A REDE GLOBO (TLBI-Time Life Brazil Incorporation) teve papel fundamental no golpe militar e nos GOLPES ELEITORAIS DE 1989 e 1994 para eleger ferozes políticos corruptos aliados e remunerados pelos mega especuladores do capital estrangeiro (BANCOS JP MORGAN, CITY BANK CREDORES DO BRASIL, ESSO, HANNA MINING, SHELL, LIGHT, BHP SMARCO, SIEMENS, ENRON, EL PASO, ETC) e colocar em prática todo esse entreguismo lesa pátria pois ela foi criada em 18/06/1963 pelo sinistro contrato secreto GLOBO TIME LIFE com bancos credores norte americanos (Roberto Marinho recebeu 61 milhões de dólares dos banqueiros americanos e do Grupo TIME remetidos para contas secretas na Suíça entre 1963 e 1964) para derrubar JANGO para “preparar o clima para golpe militar” e revogar a leia de JANGO Lei 4.131/64 “Do Controle de Remessas de Lucros ao Exterior e Proibição de Remessas Ilegais”

    O GOLPE ELEITORAL DE 1989 A REDE GLOBO COLOCOU NO PODER O CORRUPTO POLÍTICO DROGADO E LIGADO AO RÁFICO DE COCAÍNA SR FERNANDO COLLOR DE MELLO (FERNANDO DO PÓ QUE MATOU ANA LÍDIA COM ENVOLVIMENTO COM DROGAS. A MENINA ERA IRMÃ DE UM TRAFICANTE DE BRASÍLIA QUE NÃO ENTREGOU A DROGA E POR VINGANÇA COLLOR, BUZAIDINHO, PAULO OCTAVIO DECIDIRAM MATAR A MENINA APRESENTADORA DO PRORAMA INFANTIL RODA GIGANTE, ELA FOI MORTA EM 11/09/1973 E SEU CORPO JOGADO NUM TERRENO DA UNB). O SINISTRO DROGADO FERNANDO COLLOR É FILHO DE ARNON COLLOR DE MELLO, SENADOR JAGUNÇO ASSASSINO QUE MATOU OUTRO SENADOR A TIROS. PASMEM DENTRO DO CONGRESSO NACIONAL, NUMA FEROZ DISCUSSÃO POLÍTICA EM BRASÍLIA EM 1963 ELE É DONO DOS JORNAIS E DAS EMISSORAS DO GRUPO ARNON (COLIGADA DA REDE GLOBO EM ALAGOAS )

    COLLOR NO PODER FORAM INICIADAS AS PRIVATARIAS E O DESMONTE NACIONAL COLOCADO EM PRÁTICA EM 1990 COM AJUDA DO FMI, REDE GLOBO, DE UMA CONSULTORIA AMERICANA “PRELIMINARY IDEAS FOR A PRIVATIZATION MASTER PLAN IN BRAZIL OF ELETROBRAS GROUP, TELEBRAS GROUP, VALE DO RIO DOCE GROUP, PETROCHEMICAL GROUP, PETROBRAS GROUP AND INFRAERO GROUP” DOCUMENTO ALTAMENTE LESIVO AO BRASIL VAZOU NA MÍDIA INTERNACIONAL EM ABRIL DE 1990 E AQUI NO BRASIL FOI DIVULGADO PELO JORNAL EMPRESARIAL “RR- RELATÓRIO RESERVADO” EM ABRIL DE 1990 GEROU UMA ENORME REVOLTA NA LA ANACIONALISTA DOS MILITARES.

    ESSE PROCESSO DE ENTREGUISMO FOI INTERROMPIDO “TEMPORARIAMENTE” POR CAUSA DE UMA SEGUNDA DENÚCIA DE CORRUPÇÃO DO “QUADRILHÃO” DOS 300 POLÍTICOS QUE JÁ HAVIAM SIDO DENUNCIADOS EM 1988 PASMEM 30 ANOS ATRÁS AINDA NO GOVERNO SARNEY NA “CPI ESQUEMA DO ORÇAMENTO” MAIS CONHECIDA COMO “CPI DOS ANÕES DO CONGRESSO E DA CÂMARA DOS DEPUTADOS” (“OS 300 PICARETAS” MENCIONADOS NA MÚSICA DOS PARALAMAS DO SUCESSO: TEMER, GEDDEL, ROMERO JUCÁ, O GATUNO ANGORÁ MOREIRA FRANCO, JOSÉ CHIRICO SERRA, AÉCIO CHEIRA NEVES, CAIADO, JOAQUIM RORIZ, ROBERTO ARRUDA, HENRIQUE ALVES, JOÃO ALVES E MUITOS OUTROS ). A DENÚNCIA FEITA EM 1988 AO FINAL DO GOVERNO SARNEY ENVOLVIA PELO ECONOMISTA DO CONGRESSO NACIONAL SR JOSÉ CARLOS LOFRANO E A ESPOSA SRA ELISABETE LOFRANO ASSESSORA DA MINISTRA CORRUPTA DE SARNEY NO MEC SRA DOROTEIA WERNECK CULMINOU COM O ASSASSINATO DE ELISABETE LOFRANO PARA “QUEIMA DE ARQUIVOS” E A “CPI DOS ANÕES” ACABOU EM PIZZA NO JUDICIÁRIO EM BRASÍLIA.

    O QUADRILHÃO, A ODEBRECHT, A REDE GLOBO E O ASSASINATO DO GOVERNADOR DO ACRE NO HOTEL DELLA VOLPE

    O GOVERNO COLLOR FOI INTERROMPIDO COM IMPEACHMENT POR CAUSA DE UMA NOVA DENÚNCIA ENVOLVENDO OS MESMOS 300 POLÍTICOS CORRUPTOS DO “QUADRILHÃO DA CORRUPÇÃO” DENÚNCIA FEITA PELO JOVEM GOVERNADOR DO ACRE EDMUNDO PINTO (COM APENAS 34 ANOS DE IDADE) ELE DENUNCIOU EM MAIO DE 1992 (PASMEM HÁ 25 ANOS) O MESMO ESQUEMA DO “QUADRILHÃO DOS ANÕES DO CONGRESSO E DA CÂMARA DOS DEPUTADOS” O ESQUEMA ODEBRECHT E ESQUEMA COLLOR PC FARIAS. ESSA FOI A PRIMEIRA VEZ QUE FOI CITADO O “ESQUEMA DEPROP DE EMÍLIO ODEBRECHT PUBLICAMENTE NO BRASIL” EM MAIO DE 1992. O JOVEM GOVERNADOR DO ACRE FOI ASASSINADO COM TIROS NA CABEÇA NA MADRUGADA DO DIA 17 DE MAIO DE 1992 NO HOTEL DELLA VOLPE EM SÃO PAULO (AV PAULISTA), PASMEM, DOIS DIAS ANTES DE DEPOR NA “CPI ODEBRECHT E ESQUEMA COLLOR PC FARIAS” . O CRIME FOI ABAFADO POR UM DOS DENUNCIADOS, O ENTÃO SECRETÁRIO DA SEGURANÇA DO GOVERNO FLEURY SR MICHEL TEMER LIDER DO PMDB EM SP. O GERENTE DO HOTEL DELLA VOLPE SR CELSO RUSSOMANO CONCEDEU ENTRREVISTA NO PROGRAMA POLICIAL “AQUI E AGORA” E TEVE UMA POSTURA DE DEFESA DOS ASSASSINOS ALEGANDO QUE O GOVERNADOR TERIA “REAGIDO” A SER ARROMBADA A PORTA DO APARTAMENTO ONDE ESTAVA HOSPEDADO. O MAIS CURIOSO É QUE A ODEBRECHT ALUGOU TODOS OS APRTAMENTOS DO HOTEL DELLA VOLPE SITUADOS AO LADO DO 704 ONDE ESTAVA O GOVERNADOR DO ACRE ASSASSINADO. CELSO RUSSOMANO SAIU DA REDE HOTELEIRA NO MÊS SEQUINTE E INGRESSOU NA CARREIRA POLÍTICA, CERTAMENTE COMPENSADO PELO “QUADRILHÃO DA CORRUPÇÃO”
    Devido ao assassinato do jovem governador do Acre em 17/05/1992 que denunciou o ESQUEMA ODEBRECHT E COLLOR PC FARIAS o então presidente da Câmara dos Deputados sr Ulysses Guimarães abriu um processo de IMPEACHMENT DE FERNANDO COLLOR mas Collor renunciou meia hora antes de encerrar o processo (devidamente orientado pelo seu advogado Dávila (que foi posteriormente assassinado num simulado crime familiar supostamente por herança) PC Farias fugiu para a Tailândia e só foi capturado no ano seguinte em Bankok mas foi morto no Brasil para “queima de arquivos” do quadrilhão da corrupção. Ulysses Guimaraes também foi vitimado como foi TEORI ZAVASCHI ele sofreu um acidente aéreo em Angra dos Reis e a CPI ODEBRECHT E ESQUEMA COLLOR PC FARIAS acabou em pizza no STF em Brasília.
    Itamar, vice de Collor, assumiu o governo governando no ostracismo, ele nomeou FHC como ministro das relações exteriores que conspirou contra o BRASIL assinado em 15/03/1993 o sinistro CONSENSO DE WASHINGTON E DIÁLOGO INTERAMERICANO dois golpes fatais contra a soberania na América Latina, Entretanto o golpe maior veio em 1994 na época que o PLANO REAL do ministro da fazenda RUBENS RICÚPERO deveria assinar as cédulas do plano que já completava hum ano de existência. O plano Real foi editado por Rubens Ricupero em 01/06/1993 e em 01/0/06/1994, pasmem em plena “campanha presidencial” o RUBENS foi vitimado por um GOLPE tramado na REDE GLOBO. Uma entrevista armada na GLOBO foi ao ar e o repórter provocou o ministro da fazenda e ele reagiu com resposta curta e grossa
    FHC FOI MUITO MAIS ESPERTO PARA BLINDAR CORRUPÇÃO: CRIOU EM 1995 “TEIA TUCANA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA”

    A TEIA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA foi criada por FHC, com ajuda do então chefe do STF sr Gilmar Mendes (um dos beneficiados no Mensalão Tucano) e do seu PGR sr Geraldo Brindeiro (Engavetador Geral da República da era FHC arquivou 45 CPIs e o MENSALÃO TUCANO em MG e o caso BANESTADO NO PARANÁ).

    Brindeiro era primo do vice de FHC sr Marco Maciel (jagunço do PFL atual DEMO) e amigo pessoal de FHC indicou um ALIADO para o cargo de “juiz blindador” no JUDICIÁRIO DO PARANÁ o sr Sérgio Fernando Moro, parente dos tucanos fundadores do PSDB no Paraná e donatários do poder no estado srs OSVALDO MALUCELLI MORO e JOEL MALUCELLI donos do PARANÁ BANCO, GRUPO MALUCELLI, CONSTRUTORA J MALUCELLI, COLIGADA DA REDE GLOBO NO PARANÁ,

    Durante o governo FHC os “juízes blindadores” do PARANÁ onde ocorreu o “ESCÂNDALO BANESTADO” QUE SEGUNDO REQUIÃO (DISCURSO NO SENADO DISPONÍVEL NO YOUTUBE EM 30/09/2015) E JANDIRA FEGALI FOI MAIOR CRIME TUCANO E MAIOR ROUBALHEIRA DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA e o Engavetador Geral da República e o STF Gilmar Mendes agiram para blindar o CASO BANESTADO, OS DOLEIROS ENVOLVIDOS NO BANESTADO E O QUADRILHÃO de 300 políticos picaretas e vira latas obedientes a FHC no desmonte do estado nacional a mando do FMI e Consenso de Washington.

    GGN: “O ESCÂNDALO BANESTADO NO PARANÁ: 125 BILHÕES DE DÓLARES E UMA CONTA CHAMDA TUCANO CH J&T”

    O JUIZ SERGIO MORO FOI O PRINCIPAL ATOR NA ERA FHC PARA BLINDAGEM DO ESCÂNDALO BANESTADO

    O delegado da PF José Castilho Neto prendeu na LAVANDERIA DO BANCO DO ESTADO DO PARANÁ -BANESTADO em 1997, 1999 e 2002 em Foz do Iguaçu uma quadrilha de 70 doleiros comandados pelo doleiro tucano ALBERTO YOUSSEF e OLGA YOUSSEF e ADIR ASSAD , os “office-boys” dos demo tucanos e de Janene na lavagem de MEIO TRILHÃO DE REAIS – PROPINAS DAS PRIVATARIAS TUCANAS conhecido como ESCÂNDALO BANESTADO (Janene era então vice-presidente do PP de Paulo Maluf ele era o braço dos demo tucano no escândalo e na corrupção tucana ao lado de Aécio Cheira Neves, Sérgio Guerra, o vampirão Michel Temer, Geddel, CAIADO, Beto Mansur, Romero Jucá, o mega corrupto lesa pátria sr José Chirico Serra, o assaltante do trem pagador da RFFSA sr Aloísio Nunes, Eliseu Quadrilha e o Gatuno Angorá Moreira Franco os chefões do quadrilhão)

    Entre 1997 e 2002 o Judiciário do PARANÁ manteve soltos Alberto Youssef e TODOS os 70 doleiros presos na OPERAÇÃO MACUCO, OPERAÇÃO CARIBE, OPERAÇÃO CAYMAN, OPERAÇÃO BANQUEIRO dos delegados José Castilho Neto, Paulo de Tarso, Vicente Chelotti e Protógenes Queiroz. Os delegados foram ferozmente perseguidos no governo FHC e foram afastado das investigações mas coube o juiz Sergio Moro manter o caso abafado e os 70 doleiros soltos incluindo Alberto Youssef um velho conhecido dos irmãos tucanos ÁLVARO DIAS e OSMAR DIAS que usaram o avião de Alberto Youssef nas campanhas para o senado em 2009 e foram financiados com 500 milhões de reais (MEIO BILHÃO) em verbas públicas desviadas pelo prefeito de Maringá sr GIANOTO e pelo então secretário das finanças de Maringá LUIZ ANTONIO PAOLICCHI esse último foi assassinado em 2011 para queima de arquivos, metralhado, seu corpo foi deixado num porta mala de um carro no centro de Maringá, LUIZ PAOLICCHI ERA MARIDO DE ALBERTO YOUSSEF e amigo pessoal dos tucanos em Maringá e do sócio de Sergio Moro sr Carlos Zucoloto.

    A ESPOSA DE CARLOS FERNANDES SANTOS LIMA SRA VERA LIMA ERA FUNCIONÁRIA DO BANESTADO E ATUOU NA LAVAGEM DE 125 BILHÕES EM PROPINAS DAS MULTINACIONAIS REMUNERADAS NO BANESTADO A 300 POLÍTICOS OBEDIENTES A FHC. ISSO EXPLICA PORQUE CARLOS FERNANDES ESCONDEU PROVAS ENTRE 1997 E 2002 E QUASE FOI PRESO PELOS DELEGADOS DA PF NA OPERAÇÃO MACUCO E OPERAÇÃO CAYMAN E NA CPI BANESTADO QUE FOI ARQUIVADA EM 2003 COM AJUDA DE JOSÉ MENTOR SEM EMITIR UM RELATÓRIO SEQUER.

    A ESPOSA DE SERGIO MORO SRA ROSANGELA WOLFF QUADROS MORO ADVOGOU PARA OS POLÍTICOS TUCANOS NO CASO BANESTADO E ADVOGADA DA SHELL A MAIOR ENVOLVIDA NO PAGAMENTO DE PROPINAS NO BANESTADO JUNTO COM A SIEMENS, BHP SAMARCO, CHEVRON, EL PASO, ENRON, BRITISH PETROLEUM, EXXON MOBIL, AES AMERICAN ENERGY SISTEMS E LIGHT NOS “APAGÕES DE FHC” ELAS REMUNERARAM O GENRO DE FHC O CORRUPTO SR DAVID ZYLBERSZTAJN (ENVOLDIDO NO DESASTRE DA P-36 JUNTO E NA FALÊNCIA DA VARIG COM O SEU COMPARSA GERAMN EFRAMOVITCH DONO DA AVIANCA E DA OCEANAIR) E O FILHO DE FHC SR PHC EM PROPINAS BILIONÁRIAS NO PANAMÁ PAPERS A SINISTRA CONTA TUCANO E CONTA CH J&T NO ESCANDALO BANESTADO. OS AUDITORES DA SHELL QUE VIERAM AO BRASIL EM 2002 FORAM ASSASSINADOS NO RIO DE JANEIRO ELES DESCOBRIRAM AS LIGAÇÕES ENTRE DAVID E A SHELL NOS LEILÕES FRAUDULENTOS DA ANP

    COMO AFIRMOU JANDIRA FEGALI: O BANESTADO E A LAVA JATO SÃO UMA FEITIÇO DO TEMPO E ENVOLVEM OS MESMOS PROCURADORES OS MESMOS JUIZES E OS MESMOS DOLEIROS E OS MESMOS 300 POLÍTICOS HÁ 20 ANOS!!

    bibliografia

    1- A OUTRA HISTÓRIA DA LAVA A JATO, Paulo Moreira Leite, 2015
    2- FHC, CRISE, DECADÊNCIA E CORRUPÇÃO, H Fontana, 1998
    3- A PRIVATARIA TUCANA, Amaury Junior, 2005
    4- O MAPA DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FHC, Larissa Burtoni
    5- A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO, Daniel Herz, 1978
    6- A PATRIA PEDE SOCORRO, brigadeiro Ivan Frota, 1995
    7- O OUTRO LADO DA MOEDA, O CRUZADO E AS PRESSÕES DA CIA, Funaro e Eric Nepomuceno
    8- TARDE DEMAIS PARA ESQUECER, Benedito C Bonfim
    9- QUEM PAGOU A CONTA, Sebastião Nery
    10- youtube: BILL CLINTON PASSOU SERMÃO EM FHC PELA CORRUPÇÃO NO ESCANDALO BANESTADO USOU AGENCIA DE NEW YORK PARA LAVAR 125 BILHÕES DE DÓLARES EM PROPINAS DAS PRIVATARIAS TUCANAS

  2. AS PRIVATARIAS LESA PÁTRIAS, O QUADRILHÃO, O JUIZES COAPTADOS PELAS PETROLÍFERAS AMERICANAS

    Como alertou o jornalista Glen Greenwald e o ex-agente da CIA Edward Snowden em 2014 que o Brasil estava sendo espionado e seria alvo de golpe similar ao do Paraguai e Honduras para criação de leis de trabalho escravo, entrega de riquezas e da soberania nacional nessas nações como fizeram com o México em 1994 nas eleições presidenciais matando a tiros o candidato nacionalista Luis Donaldo e matando numa sabotagem o candidato nacionalista Eduaedo Campos em 2014 (Vide matéria: “All Factors CIA Eduardo Campos Assassination in Brazil CIA targets Presalt Basins”, Wayne Madsen).

    ENTREVISTA DE AMAURY JÚNIOR SOBRE O LIVRO “A PRIVATARIA TUCANA”, MOSTRA AS MALDADES DE FHC PARA O BRASIL E QUEM É O TUCANO JOSÉ SERRA

    O mapa da corrupção no governo FHC, o caminho das propinas pagas em troca das privatarias foi escondido no caso BANESTADO por Sérgio Moro

    A origem das contas secretas bilionárias e dos imóveis milionários de FHC obtidos em troca de privatarias em Paris, New York e Barcelona e os saldos bilionários de PHC (filho de FHC) e familiares de Serra (a filha Verônica, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Ricardo Sérgio) nas Ilhas Cayman, Bahmas e no Panamá Papers e conta Tucano nas Ilhas Cayman
    Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do País, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três de seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, têm o que explicar ao Brasil.

    Amaury Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marin Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marin. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como Marin é conhecido, precisa explicar onde obteve US$3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos de 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra, e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil…
    Atrás da máxima “siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe (Esquema de Corrupção Banestado criado por tucanos no Paraná captou 124 bilhões de dólares das multis em troca das privatizações fraudulentas), mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.
    A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República, mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista, nomeado quando Serra era secretário de Planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$448 milhões(1) para irrisórios R$4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC. (Ricardo Sérgio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se der m…”, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)
    Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico(2).
    O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$3,2 milhões no exterior por meio da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova Iorque. É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.
    A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$17 mil (3 de outubro de 2001) até US$375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a Presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$1,5 milhão.
    O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, por intermédio de contas no exterior, US$20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.
    O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, dentre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.
    Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do País para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br, em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.
    Financiada pelo Banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas têm o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.
    Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$7,5 milhões em ações da Superbird.com.br que depois muda de nome para Iconexa S.A. Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.
    De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante ao Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no País. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia pelos sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no País.
    Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, primo de Serra, o pivô das privatizações – que articulou os consórcios usando o dinheiro do Banco Brasil e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade”, conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” –, foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e às contas sigilosas da América Central ainda nos anos de 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenci
    Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio (PRIMO DE SERRA).

    (1) A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$3,2 por um dólar.

    (2) As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco.

    YOUTUBE: “BILL CLINTON PASSOU SERMÃO EM FHC PELA CORRUPÇÃO E TER QUEBRADO O BRASIL NO FMI”
    https://www.youtube.com/watch?v=MeAOen8vyiQ
    ANULAÇÃO DO GOLPE, ROBERTO REQUIÃO ESTÁ COORDENANDO A REVERSÃO E ANULAÇÃO DO GOLPE
    Requião escreveu cartas para todas as embaixadas do mundo alertando sobre o golpe judiciário e parlamentar deflagrado no Brasil em 2016 e também alertou sobre a doação do patrimônio público feita pelos golpistas, a entrega de reservas bilionárias de petróleo, entrega de patrimônio das telecomunicações, entrega de usinas hidrelétricas da CEMIG (a única que ainda não estava privatizada por causa da briga de Itamar com o lesa pátria FHC) , isenção de impostos sobre o petróleo para as petrolíferas estrangeiras, criação do trabalho escravo, destruição da Previdência Social, criação de uma justiça nazista e canalha e defensora dos interesses estrangeiros a serviço da CIA e das petrolíferas
    PLEBICISTO REVOGATÓRIO JÁ
    CANCELAMENTO DO GOLPE JÁ
    ELEIÇÕES DIRETAS JÁ
    REVOGAÇÃO DOS LEILÕES LESA PÁTRIAS JÁ (TELES, PRE-SAL, HIDRELÉTRICAS, VALE DO RIO DOCE, PETROBRAS, ELETROBRAS, PETROQUÍMICAS)
    REVELAÇÃO DOS DOCUMENTOS SIGILOSOS DAS PRIVATARIAS E DO BANESTADO ARQUIVADOS POR SERGIO MORO E PROCURADORES LESA PÁTRIAS DO CASO BANESTADO
    PRISÃO DOS JUIZES COMANDADOS PELA CIA E DE TODO O QUADRILHÃO DAS PRIVATARIAS E DO GOLPE
    DEVOLUÇÃO DO LOTE BILIONÁRIA DE AÇÕES DA PETROBRAS ENTREGUE NO NYSE POR FHC
    DEVOLUÇÃO DA CAI VALE DO RIO DOCE E INDENIZAÇÃO PELO DESASTRE DA SAMARCO
    DEVOLUÇÃO DAS PETROQUIMICAS DOADAS POR FHC PARA O AMIGO EMILIO ODEBRECHT

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