https://youtu.be/tJN5c7L7AEI Agora se sabe que o reitor Luis Carlos Cancillier, que se matou atirando-se do alto da torre do Shopping Beiramar, de Santa Catarina, nada tinha a ver com o escândalo de 80 mil reais do Ensino à Distância. O fato ocorreu antes que ele tivesse assumido a reitoria. Agora, vem o padre e professor da UFSC, William Barbosa, dizer que ele foi impedido, por quatro vezes, de dar assistência espiritual ao professor perseguido. E tudo isso vem sendo sonegado à opinião pública pela pesada autocensura que a grande mídia se impôs. Ainda bem que ainda existem redes sociais, pois do contrário…

3 COMENTÁRIOS

  1. ESSE SINISTRO PROCURADOR CARLOS FERNANDES, O “BICHO DE GOIABA” , FOI INVESTIGADO NA OPERAÇÃO MACUCO POR ESCONDER PROVAS, A ESPOSA SRA VERA SANTOS LIMA ATUAVA NA “LAVANDERIA” DO BANESTADO JUNTO COM OLGA YOUSSEF, ALBERTO YOUSSEF, JANENE, RICARDO SÉRGIO DE OLIVEIRA, ALEXANDRE BOUGEOIS E ADIR ASSAD

    ESSES PROCURADORES E JUIZ DA LAVA JATO ESCONDERAM PROVAS NO MAIOR CRIME DA REPÚBLICA: O ESCÂNDALO BANESTADO (1995-2000) O PROPINODUTO DAS PRIVATARIAS TUCANAS NO PARANÁ na “TEIA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA TUCANA CRIADA EM 1995 POR FHC, GILMAR MENDES E GERALDO BRINDEIRO.

    FHC, TEMER, EDUARDO CUNHA, CARLOS FERNANDES SANTOS LIMA, SERGIO MORO, DELAGONAL E O QUADRILHÃO DE MICHEL TEMER

    O Temer é um mega corrupto e mega delatado envolvido com pesada corrupção desde o início da famigerada Nova República (CPI Esquema do Orçamento em 1988, CPI ODEBRECHT E ESQUEMA COLLOR PC FARIAS Temer e todo seus quadrilhão foi denunciado pelo jovem governador do Acre Edmundo Pinto que foi assassinado dois dias antes de depor na CPI morto no Hotel Della Volpe (Celso Russomano era o gerente de comunicação desse hotel na época do crime que foi abafado). Temer também se envolveu em muitos outros crimes de corrupção e foi o braço direito de FHC na corrupção das PARIVATARIAS TUCANAS E NO ESCÂNDALO BANESTADO, no Mensalão Tucano, Mensalão do DEM, fraude no Porto de Santos, principal denunciado na OPERAÇÃO PANDORRA, OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA nesses dois crimes Michel TEMER o vampirão rei da extorsão e seus 300 aliados no quadrilhão foram blindados pela sra Raquel Dodge na PGR na época dos sinistros procuradores Geraldo Brindeiro e Gurgel os “engavetadores gerais da república” da era FHC. Entretanto, esse SINISTRO procurador Carlos Santos Lima e o juiz Sergio Moro atuaram na Operação Abafa de crimes tucanos no ESCANDALO BANESTADO. ESSE PROCURADOR CARLOS SANTOS LIMA E SERGIO MORO FORAM OS MESMOS JUIZES E PROCURADORES QUE BLINDARAM OS 300 POLÍTICOS E SOLTARAM 70 DOLEIROS PRESOS EM 1997, 1999 E 2000 NA OPERAÇÃO MACUCO. O SR CARLOS LIMA INCLUSIVE FOI INVESTIGADO POIS A ESPOSA TRABALHOU NO BANESTADO NA ÉPOCA DAS INVESTIGAÇÕES DO ESCÂNDALO NA PF PELO DELEGADO PROTÓGENES E JOSÉ CASTILHO NETO. O ESQUEMA BANESTADO OCORREU HÁ 20 ANOS ATRÁS E DEU ORIGEM A LAVA JATO E PASMEM ENVOLVEM OS MESMOS DOLEIROS, OS MESMOS JUIZES, OS MESMOS PROCURADORES E OS MESMOS 300 POLÍTICOS BLINDADOS ENTRE 1995 E 2002 NO JUDICIÁRIO DO PARANÁ.
    FHC, ex- ministro das relações exteriores de Itamar Franco elegeu-se com ajuda da REDE GLOBO num GOLPE ELEITOREIRO, eles planejaram a derrubada do ministro da fazenda Rubens Ricupero (autor do plano real) em junho de 1994 (quando o plano real completava um ano da publicação). Numa entrevista emboscada FHC e a REDE GLOBO derrubaram o autor do Plano Real Rubens Ricupero e FHC montou esse golpe eleitoreiro e usou o plano como ponte como “falso autor” e desde 1994 FHC planejou colocar em prática seus planos secretos acertados em Washington (Washington Consense), como FMI e co mega especuladores internacionais para iniciar as PRIVATARIAS TUCANAS e planejar passo a passo o DESMONTE NACIONAL, e em troca FHC criou um PROPINODUTO NO ESTADO DO PARANÁ conhecido como ESCÂNDALO BANESTADO (BANCO DO ESTADO DO PARANÁ) serviu de ponte para captar e lavar para 300 políticos do quadrilhão de FHC, EDUARDO CUNHA (na época Cunha era presidente da TELERJ e ganhou rios de dinheiro nas privatarias das TELES) e O CORRUPTO SR “MI-SHELL” TEMER o chefe do quadrilhão PMDB/PSDB/PFL (atual DEM). Segundo os livros sobre as privatarias e o discurso de Requião e Jandira Fegali no Senado, o ESQUEMA BANESTADO FOI O MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA E ENVOLVE OS MESMOS PERSONAGENS DA LAVA JATO, pois captou 125 bilhões de dólares no governo FHC para remunerar propinas em troca de privatarias feitas na bacia das almas. O Esquema BANESTADO foi descoberto pelos delegados José Castilho Neto e Protógenes Queiroz na OPERAÇÃO MACUCO e OPERAÇÃO BANQUEIRO e OPERAÇÃO CAYMAN. Os delegados citados prenderam há 20 anos atrás uma gangue de 70 doleiros comandados por Alberto Youssef, Olga Youssef, Adir Assad, eles lavaram MEIO TRILHÃO DE REAIS para 300 políticos demo tucanos entre 1995 e 2002, pasmem sems equer serem incomodados, pois o juiz Sergio Moro (parente de tucanos do Paraná Osvaldo Malucelli Moro, Joela Malucelli e Hidelbrando Moro suplentes dos irmãos tucanos álvaro dias e osmar dias (os “irmãos metralha tucanos Dias”, suplentes de familiares de Sergio Moro, usaram 500 milhões em dinheiro desviado da Prefeitura de Maringá e ainda alugaram o jato do Youssef para as campanhas tucanas e se envolvera,m na morte do secretário da fazenda do Paraná Luiz Antonio Paolicchi, uma queima de arquivo, do mesmo modo que matara as duas laranjas do MENSALÃO TUCANO sras Cristiane Aparecida e Mirtes mortas em BH em dezembro de 2002 no apagar das luzes do governo FHC e Azeredo). Em 2004 o Sergio Moro e o deputado José Mentor sepultaram o maior crime de corrupção da república, o ESCANDALO BANERSTADO, e mantiveram soltos todos os 70 doleiros presos na Operação Macuco do delegado José Castilho Neto. Portanto esse procurador bem como o seu sinistro “procurador das bolotas” fraudador do “programa minha casa minha vida” (ele adquiriu duas casas com falso atestado de pobreza ganhando mais de 80 mil como procurador) agiram desde 1997 para blindar os poilíticos corruptos no ESCANDALO BANESTADO e eles conhecem na intimidade o doleiro paranaense Alberto Youssef e Olga Youssef que atuaram na lavagem das propinas pagas pelas multinacionais nas PRIVATARIAS TUCANAS (MEIO TRILHÃO DE REAIS). No dia 17 de maio de 1992 ainda no governo Collor esse mesmo quadrilhão de FHC, TEMER, AECIO CHEIRA NEVES, GEDDEL, O GATUNO MOREIRA FRANCO, PADILHA, BETO MANSUR, CAIADO, CASSIO CUNHA, JOSÉ CHIRICO SERRA E MUITOS OUTROS POLÍTICOS LADRÕES REIS DA EXTORSÃO FORAM BLINDADOS NO STF E NA PGR PARA ESCONDER OS CRIMES DO QUADRILHÃO.
    BIBLIOGRAFIA:
    1- A OUTRA HISTÓRIA DA LAVA JATO, Paulo Moreira Leite; 2- “FHC, CRISE,DECADÊNCIA E CORRUPÇÃO”, H. Fontana; “O MAPA DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FHC” Larissa Burtone, “A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO”, Daniel Herz; “BANESTADO E A LAVA JATO UM FEITIÇO DO TEMPO”. J Fegali; “Youtube: A ODEBRECHT E O ASSASSINATO DO GOVERNADOR DO ACRE: TEMER, RUSSOMANO, E O QUADRILHÃO”; “BILL CLINTON PASSA SERMÃO EM FHC EM FLORENÇA ITALIA, 1999, PELA PESADA CORRUPÇÃO DO PROPINODUTO TUCANO, USANDO AGENCIA BANESTADO DE NEW YORK”

  2. SEGUE UM EXCELENTE TEXTO DO GGN: FILHO DE FHC RECEBEU PROPINAS BILIONÁRIAS MANTIDAS OCULTAS NO ESQUEMA PANAMÁ PAPERS (ESQUEMA MOSSAK FONSECA: HUM BILHÃO) EM TROCA DOS APAGÕES PLANEJADOS POR FHC E CONTRATOS MILIONÁRIOS DE TERMELÉTRICAS E TAMBÉM NAS PRIVATARIAS DAS PETROQUÍMICAS DA PETROBRAS DOADAS PARA O AMIGO PESSOAL DE FHC SR EMILIO ODEBRECHT (ATUAL GRUPO BRASKEM ODEBRECHT LTD)

    PSDB na origem da corrupção na Petrobras. Lava Jato veio para encobrir o fato

    O caso da empresa ligada a Paulo Henrique Cardoso, o filho de FHC, no ano de 1999 com o esquema de corrupção da Petrobras, para a compra de turbinas para a usina térmica TermoRio, teve um capítulo ignorado pelos grandes jornais que publicaram a notícia. Esse capítulo não só revela indícios diretos da prática criminosa sob a influência da presidência tucana, como as diversas relações de personagens e corporações e as camadas de corrupção que conectavam não apenas os interesses das empresas com a estatal brasileira, como também multinacionais de bom trânsito em esquemas tucanos: a Alstom.

    O caso é investigado desde o fim de 2013, quando a Controladoria-Geral da União (CGU) começou a analisar, sob sigilo, os contratos da francesa Alstom com a Petrobras. Em janeiro de 2014, os documentos foram divulgados pela revista Exame, que expôs a influência do PSDB no esquema. Apesar de a apuração adotar o recorte a partir de 2008, os auditores se deram conta que as irregularidades eram mais antigas, chegando ao caso da termelétrica na Baixada Fluminense TermoRio, antes chamada de usina térmica Governador Leonel Brizola.

    O caso

    O projeto da TermoRio começou em 1999, já com 17% de participação da Petrobras nas obras. Em 2001, plena crise do apagão e racionamento de energia do governo FHC, a estatal aumentou para 43% sua parcela. As outras partes eram divididas entre o grupo americano NRG (50%) e outros 7% nas mãos da empresa PRS Participações, que tinha como sócio-diretor o empresário baiano Paulo Roberto Barbosa de Oliveira.

    Logo no ano de 1999, a usina iniciou as negociações para a compra de nove turbinas da subsidiária da Alstom na Suíça. O contrato gerou um custo de 530 milhões de dólares, à época, para a TermoRio.

    O que ainda não tinha sido esclarecido é que a empresa dirigida pelo baiano Paulo Roberto Barbosa de Oliveira tinha relações com Paulo Henrique Cardoso, filho do ex-presidente tucano. A informação foi confirmada pelo ex-diretor da estatal Nestor Cerveró, em trecho recente de delação premiada no âmbito da Lava Jato.

    Cerveró detalhou o caso.

    Disse que por volta daqueles anos – mais especificamente nos últimos meses de 1999, segundo apuração do GGN -, o lobista também do Estado da Bahia, Fernando Soares, estava interessado em associar a empresa espanhola que representava, Union Fenosa, à TermoRio. Acreditando que o fechamento do contrato estava nos últimos detalhes, faltando apenas de uma assinatura para a finalização, os executivos da Petrobras tomaram conhecimento que “o negócio já estava fechado com uma empresa vinculada ao filho do presidente da República Fernando Henrique Cardoso, de nome Paulo Henrique Cardoso”, contou Cerveró.

    A empresa se chamava PRS Participações, continuou o ex-diretor. De dentro da Petrobras, quem orientou o fechamento foi o então presidente da estatal, Philippe Reichstul. Mas a Folha de S. Paulo, o Estadão e O Globo preferiram apostar no detalhe de que “Cerveró não citou se houve envolvimento direto de FHC no negócio”. O GGN estendeu a apuração.

    Quem é PRS Participações

    A empresa não tem muitos registros publicados, o que deu abertura para o filho do ex-presidente, Paulo Henrique Cardoso, afirmar que “ele não conhece nem nunca teve qualquer relação com a empresa”.

    Também denominada PRS Compa e Participações Ltda, a empresa é, na verdade, uma holding, criada em 1985. O GGN teve acesso aos dados do mercado financeiro dos Estados Unidos, que possui alguns registros da companhia.

    Curiosamente, a sede da PRS Participações é em Salvador, cidade origem de seu diretor Paulo Roberto Barbosa Oliveira. Aliás, foi nesses mesmos registros que o GGN identificou o empresário baiano como membro do corpo executivo. O possível erro atual, tanto de Oliveira, como do filho de FHC, foi manter a empresa em atividade. Com mais de 30 anos, a fundação chama a atenção para uma holding, acima da expectativa média de vida para uma empresa no Brasil e desse ramo de atividade.

    O papel de Oliveira

    De nome mais discreto dentro dos autos da Operação Lava Jato, o empresário teve a suspeita de sua participação no esquema abafado, em comparação a outros personagens como o ex-diretor Nestor Cerveró e o lobista Fernando Baiano. Mas seu papel teria sido tão importante quanto esses dois últimos para que a engrenagem funcionasse.

    Quando a construção da usina TermoRio teve início, em 2001, foi necessário contratar uma empresa que fiscalizasse a instalação das turbinas Alstom – com valores já considerados superfaturados. A empresa contratada foi a Eldorado, que posteriormente apresentou irregularidades em falta de fiscalização.

    Ainda que com menor participação acionária pela PRS nas obras, Paulo Roberto Barbosa Oliveira – hoje revelado com ligações ao filho de FHC – assumiu a presidência da TermoRio. Foi Oliveira que conduziu a negociação com a Alstom, sob a supervisão de Nestor Cerveró, então integrante do conselho de administração da usina, e todos eles sob a gerência do então diretor da estatal Delcídio do Amaral.

    Em junho de 2002, Oliveira chegou a viajar à Suíça para realizar um pagamento adiantado de 7 milhões de dólares para a Alstom. Todos esses dados constam de uma auditoria interna da Petrobras, realizada em 2004, e que estava mantida em segredo.

    Apesar de o caso ser exposto em reportagem de 2 de abril de 2014 da Revista Exame, o empresário baiano chegou a enviar resposta afirmando que não tinha “qualquer envolvimento no escândalo do metrô de São Paulo”, investigação que também inclui o nome da multinacional francesa Alstom com governos estaduais tucanos, sem que a reportagem sequer tivesse apontado a possível relação entre os dois esquemas.

    Á época, Oliveira disse ainda que não teria relações com os crimes porque “deixou a presidência da usina em 04 de novembro de 2003, tendo a empresa PRS Energia, que tinha ações da TermoRio e da qual ele era sócio, alienado sua participação de 7% no capital”.

    Outra alegação do empresário é que a Petrobras auditou e aprovou as contas de sua gestão na presidência da TermoRio. Neste ponto, ressalta-se, agora, que Oliveira teria relações com o filho de Fernando Henrique Cardoso, o que justificaria consentimento da estatal brasileira em possíveis irregularidades.

    Nos recentes relatos de Cerveró, o ex-diretor da Petrobras afirmou que tanto ele, como Delcídio, que á época ocupavam cargos de chefias nas obras da usina termoelétrica ficaram “surpresos e bastante contrariados” com o acordo fechado entre a estatal e a PRS Participações, sendo que a ordem partiu do cargo máximo da Petrobras – de Philippe Reichstul, então presidente da petrolífera entre 1999 e 2001, de confiança de Fernando Henrique Cardoso.

    Foi inclusive, durante a gestão do indicado do político tucano na Petrobras, que foram criadas as áreas de negócio da estatal – Exploração e Produção, Abastecimento, Gás e Energia, Internacional, Serviços e Financeira – que sistematizaram os contratos hoje alvos dos maiores esquemas de corrupção na Lava Jato.

    Detalhe: Túnel do tempo

    Uma coluna de Joyce Pascowitch, datada de 18 de dezembro de 1999, na Folha de S. Paulo é curiosa. Na época em que a Petrobras recém havia fechado a sua participação para a construção da TermoRio, com negociações de pagamentos à Alstom, e criação de diretorias na Petrobras que segmentariam contratos, posteriormente, superfaturados, a colunista publica:

    “Esta ninguém, nem os mais próximos, estão entendendo: Fernando Henrique Cardoso está feliz da vida. Seu ótimo humor está até causando uma certa estranheza, porque ninguém entende – e ele não explica nada: Anda todo enigmático”.

    Curiosamente, na mesma publicação, Pascowitch revela que o empresário baiano Paulo Roberto Barbosa Oliveira também estava esbanjando felicidade. Ao lado de sua esposa, havia convidado mais de 300 pessoas para “um réveillon black tie em seu Casarão da Penha, em Itaparica, Bahia”.
    (Patrícia Faermann/ GGN)

    ESSE SINISTRO PROCURADOR CARLOS FERNANDES, O “BICHO DE GOIABA” , FOI INVESTIGADO NA OPERAÇÃO MACUCO POR ESCONDER PROVAS, A ESPOSA SRA VERA SANTOS LIMA ATUAVA NA “LAVANDERIA” DO BANESTADO JUNTO COM OLGA YOUSSEF, ALBERTO YOUSSEF, JANENE, RICARDO SÉRGIO DE OLIVEIRA, ALEXANDRE BOUGEOIS E ADIR ASSAD

    ESSES PROCURADORES E JUIZ DA LAVA JATO ESCONDERAM PROVAS NO MAIOR CRIME DA REPÚBLICA: O ESCÂNDALO BANESTADO (1995-2000) O PROPINODUTO DAS PRIVATARIAS TUCANAS NO PARANÁ na “TEIA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA TUCANA CRIADA EM 1995 POR FHC, GILMAR MENDES E GERALDO BRINDEIRO.

    FHC, TEMER, EDUARDO CUNHA, CARLOS FERNANDES SANTOS LIMA, SERGIO MORO, DELAGONAL E O QUADRILHÃO DE MICHEL TEMER

    O Temer é um mega corrupto e mega delatado envolvido com pesada corrupção desde o início da famigerada Nova República (CPI Esquema do Orçamento em 1988, CPI ODEBRECHT E ESQUEMA COLLOR PC FARIAS Temer e todo seus quadrilhão foi denunciado pelo jovem governador do Acre Edmundo Pinto que foi assassinado dois dias antes de depor na CPI morto no Hotel Della Volpe (Celso Russomano era o gerente de comunicação desse hotel na época do crime que foi abafado). Temer também se envolveu em muitos outros crimes de corrupção e foi o braço direito de FHC na corrupção das PARIVATARIAS TUCANAS E NO ESCÂNDALO BANESTADO, no Mensalão Tucano, Mensalão do DEM, fraude no Porto de Santos, principal denunciado na OPERAÇÃO PANDORRA, OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA nesses dois crimes Michel TEMER o vampirão rei da extorsão e seus 300 aliados no quadrilhão foram blindados pela sra Raquel Dodge na PGR na época dos sinistros procuradores Geraldo Brindeiro e Gurgel os “engavetadores gerais da república” da era FHC. Entretanto, esse SINISTRO procurador Carlos Santos Lima e o juiz Sergio Moro atuaram na Operação Abafa de crimes tucanos no ESCANDALO BANESTADO. ESSE PROCURADOR CARLOS SANTOS LIMA E SERGIO MORO FORAM OS MESMOS JUIZES E PROCURADORES QUE BLINDARAM OS 300 POLÍTICOS E SOLTARAM 70 DOLEIROS PRESOS EM 1997, 1999 E 2000 NA OPERAÇÃO MACUCO. O SR CARLOS LIMA INCLUSIVE FOI INVESTIGADO POIS A ESPOSA TRABALHOU NO BANESTADO NA ÉPOCA DAS INVESTIGAÇÕES DO ESCÂNDALO NA PF PELO DELEGADO PROTÓGENES E JOSÉ CASTILHO NETO. O ESQUEMA BANESTADO OCORREU HÁ 20 ANOS ATRÁS E DEU ORIGEM A LAVA JATO E PASMEM ENVOLVEM OS MESMOS DOLEIROS, OS MESMOS JUIZES, OS MESMOS PROCURADORES E OS MESMOS 300 POLÍTICOS BLINDADOS ENTRE 1995 E 2002 NO JUDICIÁRIO DO PARANÁ.
    FHC, ex- ministro das relações exteriores de Itamar Franco elegeu-se com ajuda da REDE GLOBO num GOLPE ELEITOREIRO, eles planejaram a derrubada do ministro da fazenda Rubens Ricupero (autor do plano real) em junho de 1994 (quando o plano real completava um ano da publicação). Numa entrevista emboscada FHC e a REDE GLOBO derrubaram o autor do Plano Real Rubens Ricupero e FHC montou esse golpe eleitoreiro e usou o plano como ponte como “falso autor” e desde 1994 FHC planejou colocar em prática seus planos secretos acertados em Washington (Washington Consense), como FMI e co mega especuladores internacionais para iniciar as PRIVATARIAS TUCANAS e planejar passo a passo o DESMONTE NACIONAL, e em troca FHC criou um PROPINODUTO NO ESTADO DO PARANÁ conhecido como ESCÂNDALO BANESTADO (BANCO DO ESTADO DO PARANÁ) serviu de ponte para captar e lavar para 300 políticos do quadrilhão de FHC, EDUARDO CUNHA (na época Cunha era presidente da TELERJ e ganhou rios de dinheiro nas privatarias das TELES) e O CORRUPTO SR “MI-SHELL” TEMER o chefe do quadrilhão PMDB/PSDB/PFL (atual DEM). Segundo os livros sobre as privatarias e o discurso de Requião e Jandira Fegali no Senado, o ESQUEMA BANESTADO FOI O MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA E ENVOLVE OS MESMOS PERSONAGENS DA LAVA JATO, pois captou 125 bilhões de dólares no governo FHC para remunerar propinas em troca de privatarias feitas na bacia das almas. O Esquema BANESTADO foi descoberto pelos delegados José Castilho Neto e Protógenes Queiroz na OPERAÇÃO MACUCO e OPERAÇÃO BANQUEIRO e OPERAÇÃO CAYMAN. Os delegados citados prenderam há 20 anos atrás uma gangue de 70 doleiros comandados por Alberto Youssef, Olga Youssef, Adir Assad, eles lavaram MEIO TRILHÃO DE REAIS para 300 políticos demo tucanos entre 1995 e 2002, pasmem sems equer serem incomodados, pois o juiz Sergio Moro (parente de tucanos do Paraná Osvaldo Malucelli Moro, Joela Malucelli e Hidelbrando Moro suplentes dos irmãos tucanos álvaro dias e osmar dias (os “irmãos metralha tucanos Dias”, suplentes de familiares de Sergio Moro, usaram 500 milhões em dinheiro desviado da Prefeitura de Maringá e ainda alugaram o jato do Youssef para as campanhas tucanas e se envolvera,m na morte do secretário da fazenda do Paraná Luiz Antonio Paolicchi, uma queima de arquivo, do mesmo modo que matara as duas laranjas do MENSALÃO TUCANO sras Cristiane Aparecida e Mirtes mortas em BH em dezembro de 2002 no apagar das luzes do governo FHC e Azeredo). Em 2004 o Sergio Moro e o deputado José Mentor sepultaram o maior crime de corrupção da república, o ESCANDALO BANERSTADO, e mantiveram soltos todos os 70 doleiros presos na Operação Macuco do delegado José Castilho Neto. Portanto esse procurador bem como o seu sinistro “procurador das bolotas” fraudador do “programa minha casa minha vida” (ele adquiriu duas casas com falso atestado de pobreza ganhando mais de 80 mil como procurador) agiram desde 1997 para blindar os poilíticos corruptos no ESCANDALO BANESTADO e eles conhecem na intimidade o doleiro paranaense Alberto Youssef e Olga Youssef que atuaram na lavagem das propinas pagas pelas multinacionais nas PRIVATARIAS TUCANAS (MEIO TRILHÃO DE REAIS). No dia 17 de maio de 1992 ainda no governo Collor esse mesmo quadrilhão de FHC, TEMER, AECIO CHEIRA NEVES, GEDDEL, O GATUNO MOREIRA FRANCO, PADILHA, BETO MANSUR, CAIADO, CASSIO CUNHA, JOSÉ CHIRICO SERRA E MUITOS OUTROS POLÍTICOS LADRÕES REIS DA EXTORSÃO FORAM BLINDADOS NO STF E NA PGR PARA ESCONDER OS CRIMES DO QUADRILHÃO.
    BIBLIOGRAFIA:
    1- A OUTRA HISTÓRIA DA LAVA JATO, Paulo Moreira Leite; 2- “FHC, CRISE,DECADÊNCIA E CORRUPÇÃO”, H. Fontana; “O MAPA DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FHC” Larissa Burtone, “A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO”, Daniel Herz; “BANESTADO E A LAVA JATO UM FEITIÇO DO TEMPO”. J Fegali; “Youtube: A ODEBRECHT E O ASSASSINATO DO GOVERNADOR DO ACRE: TEMER, RUSSOMANO, E O QUADRILHÃO”; “BILL CLINTON PASSA SERMÃO EM FHC EM FLORENÇA ITALIA, 1999, PELA PESADA CORRUPÇÃO DO PROPINODUTO TUCANO, USANDO AGENCIA BANESTADO DE NEW YORK”

  3. O CASO BANESTADO O MAIOR CRIME DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA TEVE A ATUAÇÃO DE SERGIO MORO PARA ABAFAR CRIMES DA ERA FHC (PROPINODUTO DAS PRIVATARIAS TUCANAS) EM 1997, 1999 E 2002 SERGIO MORO SOLTOU NO PARANÁ ALBERTO YOUSSEF E UMA GANGUE DE 70 DOLEIROS PRESOS NA “OPERAÇÃO MACUCO” DO DELEGADO JOSÉ CASTILHO NETO E BLINDOU 300 POLÍTICOS CORRUPTOS. ALBERTO YOUSSEF, OLGA YOUSSEF, ADIR ASSAD E SERGIO MORO SÃO VELHOS CONHECIDOS HÁ MAIS DE 25 ANOS NO PARANÁ.

    O JUIZ TAMBÉM SOLTOU OS PRESOS DA “OPERAÇÃO CURAÇÃO” DA PF EM CURITIBA, OS DOIS MAIORES ENVOKVIDOS CRISTIANO PALERMO E SOLON PALERMO FORAM SOLTOS POR SERGIO MORO, ELES DESVIARAM E LAVARAM PARA AS ILHAS BAHAMAS 300 MILHÕES NO PROPINODUTO TUCANO.

    SERGIO MORO TAMBÉM ENVOLVEU-SE NA SOLTURA DE PRESOS NO “CASO GARIBALDI” E NO “CASO PAOLICCHI” EM 2010 NO DESVIO DE 500 MILHÕES DE REAIS DA PREFEITURA DE MARINGÁ, PAOLICCHI ERA SECRETÁRIO DAS FINANÇAS DE MARINGÁ NO ESTADO DO PARANÁ, ELE DESVIOU 500 MILHÕES DE REAIS PARA AS CAM´PANHAS TUCANAS NA GESTÃO DE GIANOTTO NA PREFEITURA DE MARINGÁ, E DEPOIS DE PRESO PELA PF E SOLTO PELO JUDICIÁRIO PAOLICCHI FOI MORTO METRALHADO PARA “QUEIMA DE ARQUIVO” E COMO ELE ERA “MARIDO” DE ALBERTO YOUSSEF O CRIME TEVE UMA CONOTAÇÃO DE CASO PASSIONAL E O CASO FOI ESQUECIDO. OS IRMÃOS ÁLVARO DIAS E OSMAR DIAS, QUE TÊM COMO SUPLENTES OS PARENTES DE SERGIO MORO (OSVALDO MALUCELLI MORO E JOEL MALUCELLI SÃO DONOS DA CONSTRUTORA J MALUCELLI QUE CONSTRUIU BELO MONTE E FOI BLINDADA NA LAVA JATO, SÃO OS DONOS DO ESTADO DO PARANÁ E DO “PARANÁ BANCO”, COLIGADAS DA REDE GLOBO NO PARANÁ E DA BAND NEWS EM SOCIEDADE COM JOÃO ASSAD NO PARANÁ)

    FHC RASGOU NO DIA DA POSSE O “TRATADO ANTI-CORRUPÇÃO” ELABORADO POR ITAMAR FRANCO (PARA EVITAR A REPITIÇÃO DOS CRIMES DO ESQUEMA COLLOR PC FARIAS) E MAQUIAVELICAMENTE FHC CRIOU EM 1995 COM AJUDA DE GILMAR MENDES E GERALDO BRINDEIRO (ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA NA ERA FHC) UMA COMPLEXA “TEIA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA” PARA BLINDAR 300 POLÍTICOS CORRUPTOS DENUNCIADOS DESDE 1988 NA “CPI ESQUEMA DO ORÇAMENTO- OS ANÕES DO CONGRESSO (CPI ENCERRADA EM 1989 COM AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS E COM O ASSASSINATO DA DENUNCIANTE ELISABETE LOFRANO ENVOLVE FHC, MICHEL TEMER, GEDDEL, PADILHA, ALOISIO NUNES, AÉCIO CHEIRA NEVES, CAIADO, BETO MANSUR, HENRIQUE ALVES, JOSÉ CHIRICO SERRA, ORESTES QUERCIA, MOREIRA FRANCO E MUITOS OUTROS CORRUPTOS) E NA “CPI ESQUEMA ODEBRECHT E ESQUEMA COLLOR PC FARIAS” CRIADA EM 1992 APÓS GRAVES DENÚNCIAS DO JOVEM GOVERNADOR DO ACRE EDMUNDO PINTO QUE DENUNCIOU, PASMEM, HÁ 25 ANOS ATRÁS, TODO ESSE “QUADRILHÃO” E O ESQUEMA DEPROP DA ODEBRECHT E POR ESSA RAZÃO O GOVERNADOR DO ACRE FOI MORTO A TIROS EM 17/05/92

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