https://youtu.be/mNWfpaZfymk Os tempos são de atitudes e Lula encaminha-se para ser candidato a presidente em 2018, com ou sem condenação, sendo preso ou não. Como a Catalunha enfrentou os grilhões da Espanha e da União europeia, Lula prepara-se para encarar o juiz Moro e seu tribunal de exceção.

1 COMENTÁRIO

  1. O livro A OUTRA HISTÓRIA DA LAVA JATO, de Paulo Moreira Leite, escancara todos os segredos da operação Lava Jato, as blindagens de 300 políticos demo-tucanos, as delações seletivas orientadas em troca da liberdade para denunciar “escolhidos por Sergio Moro e pela Rede Globo” e quais as razões da perseguição política, ação medievalesca e nazi-facista, torturas psicológicas que o juiz tucano aliado da Rede Globo aprendeu no treinamento feito na CIA em 2009 para derrubar governo, destruir a indústria nacional, e entregar as reservas de petróleo do maior e mais produtivo campo do mundo (PRE-SAL). isso explica todo o sigilo e da seletividade e ação política e partidária, politicagem do Juiz Sergio Moro. O que é mais curioso e notável foram as diferenças de procedimento jurídico entre os casos BANESTADO, escândalo de corrupção da lavagem de 125 bilhões de dólares – meio trilhão de reais- no propinoduto das privatarias tucanas captadas na era FHC no Banco do Estado do Paraná e o caso Lava Jato, uma derivada do escândalo BANESTADO que envolve os mesmos 300 políticos corruptos (QUADRILHÃO PSDB/PMDB/DEM/PP/PPS/PRB) blindados no judiciário paranaense há 20 anos, o mesmo juiz Sergio Moro, os mesmos 70 doleiros presos em 1997, 1999 e 2002 na OPERAÇÃO MACUCO, e também os mesmos procuradores (Carlos Fernandes Santos Lima e Danton Delagnol). Todos os 70 doleiros presos foram mantidos soltos por 20 anos pelo juiz Sérgio Moro, desde a primeira prisão feita pelo delegado José Castilho Neto em 1997 na era FHC, TODA ESSA CORRUPÇÃO FOI MANTIDA ABAFADA POR 20 ANOS NO PARANÁ.
    A lava jato foi cuidadosamente planejada após os tucanos terem perdido as eleições em 2014 pelo candidato mega corrupto, senador traficante Aécio Neves Cunha, réu em 14 processos criminais no TJMG por peculato, corrupção ativa, extorsão, construção de aeroporto ilegal em Cláudio MG na “rota do tráfico de drogas” na fazendo dos primos traficantes e do tio ex-juiz Dr “KEDO” (juiz cassado pela corregedoria de justiça do TJMG, primo de Aécio, sr Tancredo Tolentino Neves) um ex-juiz mineiro corrupto da família “Neves” (curioso em espanhol “neves” é a nomenclatura policial para a cocaína) que foi exonerado por vender sentenças de “soltura de traficantes em Divinopolis-MG, e Aécio e Azeredo foram sentenciados no TJMG pelo roubo de 2 bilhões do caixa 2 de FURNAS e da CEMIG no MENSALÃO TUCANO e pelo desvio de 5 bilhões da saúde para enriquecimento ilícito de familiares CUNHA, NEVES E TOLENTINO, os donos da mídia mineira, de jornais e emissoras da Rede Arco Iris em MG. Aécio também é mega delatado em centenas de casos de corrupção em Minas Gerais, propinas recebidas das empreiteiras OAS e ODEBRECHT nas obras superfaturadas em BH, e também foi investigado nos assassinatos das duas laranjas do MENSALÃO TUCANO sra Cristiane Aparecida e sra Mirtes foram mortas em 2002 após transportarem no governo FHC e AZEREDO centenas de malas de dinheiro da CEMIG (Mensalão Tucano) e FURNAS (Lista de Furnas) entre BH e Brasilia para “remunerar 300 políticos obedientes a privatarias e reformas na era FHC” e Aécio ainda foi inúmeras vezes investigado pela associação ao tráfico de drogas junto com o outro senador traficante José Perrela.

    Sergio Moro teve outras passagens sinistras e sigilosas pela 13a Vara de Curitiba. Em 2010 Moro soltou todos os presos na OPERAÇÃO CURAÇÃO da Polícia Federal que prendeu os doleiros Solon Palermo e Cristiano Palermo que lavaram 300 milhões de reais em Maringá, todos eram ligados aos “ofice-boys” dos “irmãos metralha de Maringá”, os tucanos Álvaro Dias e Osmar Dias Alberto Youssef e Olga Youssef (velhos conhecidos de Sérgio Moro e dos tucanos).

    Também Moro se envolveu na análise dos processos de crimes de desvios de dinheiro no Paraná no “CASO PAOLICCHI” e “CASO GARIBALDI” no escândalo de desvio de 500 milhões da Prefeitura de Maringá pelo então secretário das finanças Luiz Antônio Paolicchi em conluio com os irmãos Alberto e Olga Youssef e com os irmãos metralha Álvaro Dias e Osmar Dias. Paolicchi foi morto metralhado e seu corpo foi deixado num porta malas de um carro no centro de Maringá, para similar um caso conjugal, visto que Luiz Antonio Paolicchi era “marido” de Alberto Youssef e foi morto por um outro envolvido no triângulo amoroso, uma sinistra queima de arquivos na República do Paraná, em Maringá.

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